Mosquitoes around the home can be reduced significantly by minimizing the amount of standing water available for mosquito breeding. Residents are urged to reduce standing water around the home in a variety of ways.
ANNOUNCEMENTS:::
Mosquitoes around the home can be reduced significantly by minimizing the amount of standing water available for mosquito breeding. Residents are urged to reduce standing water around the home in a variety of ways.
The best way is to avoid being bitten by mosquitoes.This can be accomplished using personal protecting while outdoors when mosquitoes are present. Treated bed nets should be used sleeping. Mosquito repellent should be used when outdoor.
Mosquitoes do not actually "bite" humans; they "feed" on them. Female mosquitoes require protein to produce thier eggs and obtain this protein from the blood of humans and other animals.
Arranca fase III da vacina contra malária em Moçambique
ARSÉNIO MANHICE
OÇAMBIQUE, através do CISM-Centro de Investigação em Saúde Mda Manhiça, já iniciou os ensaios da fase III da vacina para a prevenção de malária no seio das crianças.
O lançamento foi feito no povoado de Malavele, posto administrativo de 3 de Fevereiro, distrito da Manhiça, província de Maputo, sul de Moçambique no pretérito dia 7 de Agosto.
Coube ao antigo Primeiro Ministro de Moçambique, Pascoal Mocumbi , na qualidade de Presidente da Fundação Manhiça dirigir o acto, numa cerimónia testemunhada pelo director do CISM, Eusébio Macete, entre outros gestores e população da zona.
No acto do lançamento pelo menos 1000 crianças tinham sido vacinadas. Todavia, ao todo são 16 mil crianças que vão participar nos ensaios da terceira fase da vacina RTS,S para a prevenção da malária a decorrer em 11 centros de investigação localizados em sete países africanos, nomeadamente Moçambique, Malawi, Gana,
Burkina Faso, Gabão, Quénia e Tanzania.
A RTS,S é o primeiro candidato à vacina contra a malária a demonstrar significativa segurança e eficácia em dois grupos de crianças. O primeiro de seis a 12 semanas de vida e o segundo de cinco a 17 meses de idade, em distintos lugares geográficos com diferentes níveis de transmissão.
Os estudos da fase III da vacina RTS,S são resultado de mais de 10 anos de investigação em África, incluindo as primeiras provas de conceito em estudos realizados em crianças no CISM no ano de 2004, onde se apurou uma eficácia de 35 por cento. Já em 2007 houve mais um ensaio em recém-nascidos tendo-se constatado uma eficácia de 60 por cento.

Eusebio Macete
A RTS,S foi desenvolvida e manuf a tur ada em l abor a tór ios da “GlaxoSmithKline Biologicals´” (GSK Bio) na Bélgica nos finais dos anos 80 einicialmente foi testada em voluntários americanos como parte da colaboração com a “Walter Reed Army Institute of Research”.

Pascoal Mocumbi com comunidade
Dados do CISM indicam que foi em Moçambique que pela primeira vez uma vacina contra malária demonstrou resultados satisfatórios em crianças de um a quatro anos de idade e em recém-nascidos.
Foram p r e c i s ame n t e e s t e s resultados que estimularam o avanço para o
estudo da fase III e que o mesmo estende-se a outros lugares do Continente Africano.
No sequência das suas actividades, no passado dia 1 de Agosto o CISM publicou os resultados de um estudo que pela primeira vez gerou evidências científicas de que o efeito protector do candidato a vacina RTS,S dura quatro anos em crianças de um a quatro anos.
Se a fase III progredir como se espera, a RTS,s poderá ser submetida a uma revisão regular até 2011. E, se os requisitos para a sua aplicação estiverem garantidos e as autor idades de s aúde nacionai s e internacionais recomendarem o seu uso, esta poderá ser introduzida para crianças de cinco a 17 meses em 2012.
Segundo as recomendações para ouso em recém-nascidos, a disponibilidade total desta vacina será esperada até 2011.
Exemplo de busca de qualidade Intervindo no acto, Pascoal Mocumbi disse que o lançamento da fase III é uma demons t r a ç ão do come t imento de Moçambique na busca de qualidade de saúde para os cidadãos.
“Este é mais um exemplo dos esforços que o país executa para proporcionar as melhores condições de vida aos cidadãos.
Esta vacina, caso venha a ser aprovada, dentro do plano concebido, irá revolucionar o modo de resposta no combate à malária que é um verdadeiro fardo no país e no mundo”, disse Pascoal Mocumbi.
Afirmou, por outro lado, que tudo foi acautelado para que a equipa de Moçambique faça a sua parte com elevada qualidade como sempre o fez. Revelou que é por isso que Moçambique tem sido referenciado a nível das investigações como exemplo.
Louvando a entrega da comunidade da Manhiça e de forma particular de Malavele, Pascoal Mocumbi precisou que tal constitui um reconhecimento nobre, pois a sua integração nos ensaios vai ficar na história global, além de que a população da região será beneficiaria da vacina.
“Este será o estudo mais alargado na história dos estudos da vacina contra malária que alguma vez já se fez no contexto africano e, especificamente desenhado para beneficiar as crianças africanas. Aproveito este momento para uma vez mais agradecer a todas as famílias e crianças participantes, sem as quais este avanço não seria possível”,
destacou por seu turno Jahit Sacarlal, um dos investigadores principais da fase III.

Lancamento da fase iii
Disse na oportunidade, que o desenvolvimento da vacina RTS,S no continente africano tem fortalecido a capacidade de investigação e aumentou o conhecimento sobre a doença, o que será útil mesmo terminada a pesquisa.
“Além de reforçar os resultados alcançados nas fases anteriores, uma das intenções que temos é provar que mesmo em diferentes contextos de transmissão de malár ia, com di ferentes var iações climatéricas, os resultados não alteram”, afirmou o director do CISM.
Em Moçambique, a malária é responsável por 40 por cento das consultas externas, 60 por cento dos internamentos de pediatria e 30 por cento de todas as mortes que ocorrem nas unidades hospitalares.