Mosquitoes around the home can be reduced significantly by minimizing the amount of standing water available for mosquito breeding. Residents are urged to reduce standing water around the home in a variety of ways.
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Mosquitoes around the home can be reduced significantly by minimizing the amount of standing water available for mosquito breeding. Residents are urged to reduce standing water around the home in a variety of ways.
The best way is to avoid being bitten by mosquitoes.This can be accomplished using personal protecting while outdoors when mosquitoes are present. Treated bed nets should be used sleeping. Mosquito repellent should be used when outdoor.
Mosquitoes do not actually "bite" humans; they "feed" on them. Female mosquitoes require protein to produce thier eggs and obtain this protein from the blood of humans and other animals.
Malária continua a tirar esperanças à nossa criança
By Arsenio Manhice (AMMREN MOZAMBIQUE)
Nesta edição apresentamos a continuação do texto que iniciamos na nossa Primeira Edição desta Revista. Com efeito, convidamos ao caro leitor a acompanhar os passos
que demos neste trabalho que visa contribuir na luta contra a malária.
No Centro de Saúde de Munhava, falamos com Flora Fernando, 21 anos de idade. Deu-nos a conhecer que os mosquitos são muitos no bairro de Munhava. Os rociadores não circulam sempre .Consequentemente,os mosquitos abundam e, evidentemente, os índices de malária são elevados.
Abel Mussaca é uma das vítimas da malária. Com 11 anos de idade, Abel vive no bairro da Munhava, e encontrá-lo na companhia de amigos brincando. Ainda é menor mas sabe que existe malária e é preciso usar rede mosquiteira.
Infelizmente, os seus pais não conseguem dar-lhe a necessária protecção. Na sua casa vimos uma rede mosquiteira encardida e pendurada de modo a secar. Era a única mas, por falta de conhecimento, estava exposta ao sol. Enfim, estes são alguns dos casos dos tantos que vivemos nas unidades sanitárias de Cabo Delgado, Nampula e Sofala.
Cenário II Prevenção fraca
A prevenção da malária segundo a estratégia do MISAU, devia ser feita pelo controlo larval através da gestão ambiental e métodos físicos, químicos e biológicos; pela pulverização intradomiciliária (PIDOM ) euso de redes mosquiteiras tratadas com insecticidas (REMTI). Infelizmente , os dados apresentados pelo Programa Nacional de Controlo da Malária (PNCM) ao nível central e provincial indicam que estes métodos não estão amplamente implementados.
Aliás, mesmo da conversa com os responsáveis dos programas da malária nas províncias que visitamos, o sentimento é de que muito foi feito, em termos numerários, mas tal não basta.
No caso do controlo larval, apenas Maputo é que está a implementar o método, enquanto outras províncias como Nampula estão ainda na fase experimental, segundo dados do PNCM. O PIDEM está concentrado nos centros urbanos, mas, mesmo aqui, não é abrangente.
Por exemplo, na província de Nampula, dos 21 distritos da província, apenas cinco estão cobertos pela pulverização intradomiciliária. Trata-se da cidade de Nampula, Nacala Porto, Angoche, Ilha de Moçambique e Vila Namialo. O único exemplo de sucesso digno de menção, quanto ao PIDOM, é o trabalho que está a ser realizado pela Iniciativa do Desenvolvimento Espacial dos Libombos, na província de Maputo.
Para já, o MISAU diz que a distribuição

Com apenas dois anos de idade, Sofia
Saúde foi submetida a rituais por médicos
tradicionais devido a malária.
de redes não é prioridade. Basta ver que, no ano passado ofereceu 938.950 redes, um número que está longe de satisfazer as necessidades da população, olhando o nível de episódios que acontecem anualmente, em todo o país.
Enquanto isso, o tratamento intermitente preventivo (TIP), outra estratégia de prevenção executada no seio das mulheres grávidas, acontece em todas as unidades sanitárias onde são realizadas as consultas pré-natais. Todavia, continua longe das metas.
Vejamos, mais uma vez, os dados do TIP em Nampula. De acordo com Jaime Selemane, coordenador de malária, tuberculose, HIV/SIDA e lepra, a cobertura do TIP é de 60 porcento, mas a meta é de atingir, pelo menos, 80 porcento.
Cenário III Tabus e desonestidade
Nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e Sofala onde dialogamos com doentes sobre a malária, ficamos a saber que a prevenção individual ainda não está devidamente assumida. Deixando de lado a responsabilidade do Estado, apurámos que há tabus e equívocos no seio de muitas famílias e que dificultam o us o dos métodos preventivos convencionais. Ademais fala-se de desonestidade dos rociadores do PNCM que fazem a pulverização. De acordo com Brighton Masaki, representante da Proserv, na província de Nampula, muitas pessoas ainda não assumiu que é preciso ter a cultura do uso da rede, embora a tendência estivesse a mudar. Proserv é um dos principais privados que importa e comercializa redes mosquiteiras tratadas com insecticidas de longa duração. Ele tem 53 revendedores que operam em diferentes estabelecimentos comerciais e 120 do nível informal.